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8.7.09

Energia humana


Parece lógico que nas longas horas que passamos no ginásio produzimos grandes quantidades de energia através das bicicletas, passadeiras, etc. Porque não utilizar essa energia (limpa) para carregar o telemóvel, o PC, ou até para alimentar as necessidades energéticas do ginásio? É a esta questão que um grupo de estudantes portugueses estão a tentar dar resposta.


1.4.09

Falta de água

Já não deverá ser novidade para a maioria de vós, mas a ameaça da escassez de água ganha cada vez mais força.

Espera-se que dentro de 20 anos metade da população mundial sofra gravemente de escassez de água e que dentro de poucos anos este se torne o tema mais importante nas discussões económicas internacionais.

Para além das mortes directas que a escassez de água pode causar, espera-se que, ficando fora de controle, seja causa de vários conflitos a níveis nacional e internacional.

Portugal deverá ser dos países mais afectados. A maioria dos portugueses tende a achar que temos muita abundância de água e que nunca sentiremos falta, mas é exactamente esse conceito que nos faz ter hábitos de desperdício tornando-nos assim mais vulneráveis.

São de esperar medidas de prevenção no curto-prazo como aumento de taxas sobre a água, incentivos para processos de dessalinização da água e medidas de racionalização.

Acrescento eu que uma medida para combater esta e outras necessidades prementes do ambiente e da economia global seria um imposto sobre a carne. Recordo que ao ingerirmos carne estamos a consumir 10 a 13 vezes mais vegetais do que se ingeríssemos vegetais. Do consumo abusivo de carne resulta falta de água, falta de energia, aquecimento global, desflorestação e fome.

30.3.09

Galp Share

Redes sociais e preocupação ambiental parece-me um combinação bem interessante!

Arrisco-me a dizer que o Galp Share é a primeira rede social (no seu significado mais actual) a ser publicitada/ lançada através de um anuncio de televisão.

http://www.youtube.com/watch?v=_dPqNtQoTnU

4.3.09

The New Concept for your Night Club



Surya in Kings Cross, London is the world's first fully sustainable ecological night club, created by the environmentalist Dr. Earth announces its grand opening to the world with its first ever hand crafted club night.

Club 4 Climate, the initiative behind Surya, has put together a handpicked line up that they hope will have the club's unique energy transferring dance floor buzzing all night long.

The dance-floor is made of quartz crystals and utilises cutting edge technology which takes the dancing motion of clubbers and distributes it to all parts of the club and neighbouring buildings, the more people dance the more energy they create.

The club also uses reusable energy sources from wind turbines and solar panels, has decadent recycled decoration, interactive features such as spirit energizing sand beds, and an organic and diverse menu of cocktails and mixers. All that and entrance is FREE for all like minded folk using public transport, environmentally green transportation or people power.

The club's doors will open to a new world of environmentally friendly clubbing on Saturday 20th September from 9pm until 3am with a line-up including Catch23, Blende, Black Grass, and headliners The Loose Cannons.

Club 4 Climate club nights are another way of doing your bit for the environment whilst having a damn good dance.

28.1.09

Biochar – Agrochar – Terra Preta

Depois de escrever o último post onde falava sobre formas de retroceder no aquecimento global soube de uma nova forma de o conseguir. Talvez a mais espantosa das três.

Refiro-me À produção de Terra Preta atráves da Pirolise de biomassa.

Biomassa define quaisquer resíduos orgânico, sejam provenientes da agricultura, pecuária, serrações, etc..

A pirólise é um método de combustão sem oxigénio. O facto de não se utilizar oxigénio faz com que este processo não produza CO2, que é o grande culpado do aquecimento global. Este processo tem ainda um efeito secundário que é o de produzir muita energia. Embora o objectivo desta pirólise seja produzir a terra preta, uma matéria mais valiosa que o petróleo, este processo produz mais energia do que consome (salvo seja).

Após este processo o resultado é uma concentração enorme de carbono. Para retirarmos o carbono do ar (do CO2), basta colocá-lo no solo de forma a equilibrar o que retiramos em petróleo.

Mas o que este processo tem de surpreendente é as características e história desse produto final.

Curiosamente, o nome original deste produto é em português.
O nome Terra Preta vem da Amazónia e é a grande característica que torna essa a maior e mais densa floresta do mundo.
Naturalmente, o solo mais rico em carbono é também o mais fértil, pois o carbono é a base de toda a matéria orgânica. Ou seja, a Terra Preta é o fertilizante mais poderoso existente tornando-se muito útil para acabar com a fome no mundo, ou para promover o desenvolvimento dos países mais pobres.

Resumindo, pegamos em resíduos, queimamos produzindo energia, retiramos Carbono do ciclo reduzindo o aquecimento global e no final ficamos com o melhor fertilizante do mundo.

Este processo já existe e já é utilizado, mas ainda não é feito em grande escala. Contudo, a dualidade de usar resíduos orgânicos e contribuir para o desenvolvimento da agricultura, poderá tornar esta técnica numa tendência.

26.1.09

Inverter o Aquecimento Global

Inverter o aquecimento global parece à primeira vista impossível porque mesmo que parássemos com as emissões de dióxido de carbono provenientes do petróleo, a quantidade de CO2 não diminuía. Simplesmente parava de aumentar. E mesmo isso talvez não.

Mas como seria de esperar existem esforços no sentido de encontrar uma forma de conseguir retirar o CO2 da atmosfera anulando o aquecimento global e todas as suas consequências.

Desses esforços existem 2 que merecem especial atenção. Um de elevada probabilidade de sucesso, mas com um potencial não muito elevado elevado e outra com um potencial estrondoso, mas de probabilidade de sucesso mais baixa.

A primeira está a ser tentada em Portugal. Um laboratório do MIT descobriu uma forma de produzir biodiesel através das algas de esgoto. Na verdadetodas as algas de esgoto produzem biodiesel, mas em pequenas quantidades. O pormenor fantástico é que a forma de as levar a produzir mais biodiesel é através da adição de CO2.
São duas vitórias numa só tecnologia. Por um lado, retira-se CO2 do ar e por outro temos um combustível que não contribui para o aquecimento global. As algas como todas as plantas e animais são formas de vida baseadas em carbono, portanto retêm em si o carbono. A diferença é que estas algas têm uma elevada densidade de carbono.

A segunda possibilidade é tão fantástica que chega a parecer ficção científica, contudo está a ser tentada numa cooperação dos governos da Índia e da Alemanha.
Como expliquei antes, as plantas são um ponto de retenção de carbono fantástico, sendo que a fotossíntese consiste exactamente em pegar no CO2, reter o carbono e libertar O2. O carbono passa então a fazer parte da planta.
Mas ao contrário do que se possa pensar a maioria das plantas, não vive na superfície terrestre, mas sim no fundo do mar. Aliás, a deterioração do nosso ecossistema é muito mais visível nos oceanos do que na superfície terrestre. O nível de acidez tem feito com que a fauna sub-aquática desapareça libertando ainda mais CO2 para os mares e para a atmosfera.

Mas supostamente é possível estimular a reprodução das plantas marinhas espalhando ferro pelos oceanos. Segundo os defensores desta possibilidade, espalhando este elemento químico na água este estimulará o desenvolvimento das plantas de forma estrondosa.
A relação apresentada é de uma só tonelada de ferro para retirar várias toneladas de carbono da Atmosfera.
Já há alguns anos que esta teoria é apresentada, mas era vista como um pouco rebuscada. Mas aparentemente, a possibilidade de ela estar certa é suficiente para se tentar.

Se alguma destas técnicas terá um sucesso estrondoso, ainda é muito cedo para dizer. Mas para além da possibilidade de sucesso são sinais fortes de que a forma de se pensar o ambiente e a energia estão a mudar drasticamente.

18.12.08

A Energia das Estradas

A circulação automóvel é apontada como uma das maiores razões dos problemas ambientais que estamos a enfrentar. Pois bem, a Innowattech desenvolveu o sistema PiezoElectric Generators (IPEGTM), que permite gerar energia electrica com a passagem dos veículos em Estradas, Aeroportos e Linhas de Comboio.
http://www.innowattech.co.il/swf/gtr.htm
http://www.innowattech.co.il/index.aspx

11.12.08

de bicicleta para o emprego

Hoje no comboio, eu mais um colega meu, sentámo-nos ao lado de uma pessoa que trazia uma bicicleta.

Como o maior assunto de conversa que tenho com o meu colega são as bicicletas e trazia um monte de revistas da "Bike", rapidamente estávamos os 3 à conversa.

Conforme nos explicou, o senhor que trazia a bicicleta vai todos os dias de bicicleta para o emprego transportando-a no comboio na linha de Cascais. Note-se que ele mora em carcavelos e trabalha no Saldanha (ainda se farta de subir).

A bicicleta era bastante barata (300 euros) mas com uma qualidade muito acima do necessário e numa bolsa transporta sempre um impermeável para a chuva.

Porém, o que eu achei curioso foi que este ciclista referia-se à bicicleta como o veículo, enquanto eu e o meu amigo referimo-nos como o brinquedo. Este foi o primeiro português que eu conheci que via a bicicleta como um meio de transporte e a verdade é que ele nem sabia muito sobre bicicletas ou sobre ciclismo.

Os argumentos a favor da bicicleta eram: custo, ecologia, desporto, tempo e stress.
O único argumento contra que eu me lembro neste momento é "eu sou uma senhora de 70 anos que não sabe andar de bicicleta".

"Why is this Important?" (ao estilo da Shapping Tomorrow)

Este é sem dúvida um Weak Signal, ligado a um conjunto de tendências já bem conhecidas:
- ambientalismo, desporto e saúde, preocupaçao com a qualidade de vida (mega-tendência), etc.

O ciclismo e especialmente o BTT estão neste momento na moda. São actividades que têm cada vez mais expressão e a oferta de equipamentos é cada vez maior. É um sector com muita concorrência e inovação, e os preços vão ficando cada vez mais apelativos.

A pressão sobre as autarquias para construirem ciclovias também aumenta ao mesmo tempo que se falam em restrições ao uso do automóvel nos movimentos pendulares.

Resumindo, ainda é cedo para acreditar que vamos adoptar os hábitos dos Norte-Europeus, mas uma mudança cultural mais ou menos súbita é possível.
Com um bocadinho de Wishfull Thinking e uma ajuda da crise, é possível.

6.12.08

Renováveis

Portugal já o 3.º país europeu nas renováveis

À frente de Portugal ficam apenas a Áustria e a Suécia, no que respeita à produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis. A energia hídrica é a que assume maior expressão, seguida da eólica.

23.9.08

Primeiro parque mundial de energia das ondas



O primeiro parque mundial de aproveitamento da energia das ondas vai ser inaugurado hoje ao largo da Póvoa de Varzim, na costa norte portuguesa, num investimento global superior a 8,5 milhões de euros.
Este projecto pioneiro, da responsabilidade da Enersis e da escocesa Ocean Power Energy (OPD), que é o parceiro tecnológico, terá capacidade para produzir, numa primeira fase, energia eléctrica suficiente para alimentar uma povoação com cerca de seis mil habitantes. Nesta fase, foram instaladas três máquinas de aproveitamento energético, com capacidade para produzirem 750 kilowatts (kw) cada uma, o que permitirá uma produção média anual de sete gigawatts por hora (Gwh). As máquinas, instaladas a cerca de cinco quilómetros ao largo da Póvoa de Varzim, têm forma cilíndrica e medem cerca de 50 metros de comprimento, com um perímetro de 3,5 metros, dos quais apenas um fica acima do nível da água. A energia produzida pelas ondas do alto mar, consideradas mais estáveis do que as ondas de rebentação, é depois encaminhada através de um cabo submarino para uma subestação de ligação à rede eléctrica. O investimento neste projecto é financiado em 15 por cento por apoios públicos, sendo o restante integralmente assumido pelos dois parceiros envolvidos, a Enersis e a OPD.

4.8.08

Nova invenção que armazena energia solar poderá revolucionar mercado energético

Um professor de Química do MIT descobriu uma forma de armazenar a energia solar oriunda de painéis foto voltaicos, transformando-a em energia química. A importância desta descoberta tem a ver com o facto de as horas de sol serem apenas durante uma parte do dia.
Esta característica tem impedido até aqui o sucesso da energia solar, pois uma casa necessita de energia eléctrica 24 horas por dia. Quem instalava em casa um painel foto voltaico não ficava assim independente da Rede Eléctrica, o que deixava a energia solar com muito poucos argumentos para ter sucesso.

Com esta descoberta, a energia solar deixa de ser a que tinha menos capacidade de regulação para passar a ser a que tem mais.

Este sistema tem ainda a vantagem de ser de pequenas dimensões e poder ser adaptado às necessidades de uma residência.
E é especialmente em África onde a falta de energia impede, por exemplo, o funcionamento de um frigorífico para comida e vacinas, que existe o maior interesse nesta tecnologia. O potencial que esta descoberta na protecção da saúde é incalculável.

Com este passo podemos ter esperança na massificação dos painéis solares foto voltaicos, garantindo assim a sua redução de preços, o que significará energia limpa mais barata para todos, especialmente nos países mais a sul e com maior exposição solar.

Mais informações em:
http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRB22141420080731

28.5.08

Motor 100% independente de energia

Verdade ou logro?

Independentemente da questão da possibilidade de implementação deste tipo de motor, dá para imaginar um mundo muito diferente daquele em que vivemos...

Sigam o link:
http://www.fdp.nu/perendev/default.asp

24.3.08

Como poupar energia?


Via Agência Financeira chego ao novíssimo “Top Ten” um portal onde se listam as melhores máquinas em termos de eficiência energética. Do melhor automóvel à melhor máquina de lavar roupa, passando por frigoríficos, lâmpadas, máquinas de lavar loiça, etc.

Trata-se de um projecto financiado e gerido pelo Quercus e pela EDP que merece uma visita continuada, particularmente quando estiver na hora de ir às compras.
Segundo os próprios:

“(…) Esta ferramenta pretende mostrar aos consumidores que têm um papel no combate às alterações climáticas, e que cada um pode fazer melhorar o seu desempenho ambiental. É também uma ferramenta de pressão junto dos fabricantes, para incentivar a melhoria contínua dos equipamentos fabricados.”

28.2.08

Oxigénio à venda nos Supermercados Japoneses




A partir de dia 24 de Maio vai estar à venda nos supermercados de Tóquio, Kanagawa e Chiba, latas de oxigénio. A concentração de oxigénio no ar é normalmente de 21%, mas estas lata têm uma concentração de 95% de oxigénio. Quando inalado, oxigénio a esta concentração dá uma sensação de revigoração ao seu consumidor, e está provado que inalar oxigénio melhora tanto a capacidade de raciocínio como a própria capacidade e desempenho físico durante um curto período de tempo. Estas latas têm uma capacidade para 35 bombadas de dois segundos de oxigénio, o que significa que, caso seja usada seis vezes ao dia, dura aproximadamente uma semana. A partir de dia 14 de Junho a lata de oxigénio está disponível em todo o Japão.

“Arca de Noé” vegetal inaugurada no Árctico



A Noruega inaugurou no arquipélago de Svalbard, no Árctico, uma “Arca de Noé” do reino vegetal.
O objectivo deste projecto é preservar a diversidade vegetal do planeta, ameaçada por catástrofes naturais, guerras e alterações climáticas.
Mais de cem países já enviaram cem milhões de sementes para Svalbard: arroz, milho, trigo, alface, batatas, entre outras espécies.Esta espécie de “cofre” - escavado na rocha gelada - pode guardar em três salas sementes congeladas por 200 anos.
Segundo o Primeiro-ministro norueguês, Jens Stoltenberg, esta medida defende “os blocos de construção da civilização” de forças que estão a ameaçar a “diversidade da vida que sustenta o nosso planeta”.
“Teremos uma grande colecção (de sementes) aqui, uma das maiores do mundo”, disse Cary Fowler, director do Fundo Mundial para a Diversidade das Culturas (Global Crop Diversity Trust), fundo que financia o projecto.
As sementes aqui depositadas – a temperaturas de 18 a 20 graus Celsius negativos - continuam a pertencer aos depositários, que incluem os maiores bancos genéticos nos países em desenvolvimento.
Se uma variedade desaparecer no seu meio natural, os Estados poderão recuperar as sementes que depositaram neste banco.
Stoltenberg e Wangari Maathai, ambientalista queniana que recebeu o Prémio Nobel da Paz em 2004, colocaram numa das câmaras frias a primeira caixa com sacos de sementes de arroz da colecção, numa cerimónia de inauguração que contou ainda com a presença do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso

26.2.08

Árabes iniciam obras da 1ª "cidade verde"



Masdar, nos Emirados Árabes Unidos, será a primeira cidade sem nenhuma emissão de carbono do mundo.
Abu Dhabi, o maior de todos os sete Emirados Árabes Unidos, deu início oficial neste domingo à construção daquela que promete ser a primeira cidade livre de emissões de carbono e de desperdício de lixo no mundo.
Masdar, como a cidade verde foi batizada, vai custar cerca de 22 bilhões de dólares e consumir oito anos para ficar pronta. Ao final das obras, aproximadamente 50.000 pessoas devem se mudar para a cidade, para morar lá e trabalhar nos mais de 1.500 estabelecimentos e negócios que estão previstos para funcionar em Masdar.
Fazendo uso de conceitos da arquitetura árabe medieval, os planejadores da cidade pretendem criar edifícios que usarão apenas fontes de energia renováveis - especialmente a solar. A água será reutilizada, para evitar o desperdício, e o sistema de ar condicionado dos prédios será alimentado pela energia do vento.
Não haverá carros em Masdar, conforme garantem os seus idealizadores. Seus habitantes se locomoverão em pequenos veículos que andarão sobre um trilho magnético, 100% não poluentes. De acordo com o sultão al Jaber, o chefe executivo da empreitada, a cidade precisará de apenas um quarto da energia utilizada por uma comunidade do mesmo tamanho. O consumo de água também será 60% menor do que o normal.
Petróleo - O esbanjamento de água e eletricidade, e o uso desenfreado dos automóveis, garantido pelo petróleo que não pára de jorrar na região, fez do emirado de Abu Dhabi um dos locais que mais emitem carbono e gases do feito estufa em todo o mundo. Para mudar esta imagem - e de quebra ainda economizar bilhões de petrodólares- os governantes locais tomaram a iniciativa de planejar e construir a cidade verde.
Com o apoio da ONG ambientalista WWF, o projeto pretende captar 18 bilhões de dólares de empresas internacionais interessadas em participar. O governo de Abu Dhabi vai investir apenas 4 bilhões. Uma vez que Masdar estiver pronta, todas as emissões de carbono que serão economizadas por suas inovações serão transformadas em dinheiro para o país, na forma de créditos de carbono, conforme estabelecem as regras do Protocolo de Kioto.

EU / EIB Funding : Cohesion or Collision?


EU and EIB Funding in Central and Eastern Europe: Cohesion or Collision?


Nos últimos anos tem sido frequentes os estudos e notícias sobre maus usos ou desperdício de fundos comunitários.

Vi este estudo que antecipa a má utilização de fundos estruturais na Europa de leste. Pode consistir um sinal fraco ou o reforço da tendencia de contestar as decisões políticas nesta matéria.

Achei interessante referir isto uma vez que foram referidos nas últimas aulas temas sobre prioridades nos fundos estruturais para Portugal.

Curiosamente este estudo é proveniente de uma NGO, a bankwatch.

Excertos:

"If we look at energy efficiency and renewables, the guidelines are not so bad, because energy efficiency and renewables are [...] one of the twelve priorities. [...] but only 2% of the money is allocated for this."

"We have a pretty-well established consensus that development and minimising greenhouse-gas emissions can be reconciled. At the same time we are investing money in a way that does not contribute to this kind of development, and this is the basic problem.

"We are missing the opportunity to put money behind this consensus, behind this strategy of low-carbon development."

"In the transport sector, if you want to tackle climate change, you need to [...] look at the fuel economy and technologies, and [...] what we do about the general demand for transport, and the balance between modes of transport. If you only look at technology, fuel economy and so on, the number of cars and trucks will still increase quickly."

Entrevista ao responsável pelo estudo:

"EU Structural Funds: 'Biggest opportunity wasted' "

"National spending plans under renewed fire "

Site da bankwatch: bankwatch
"The CEE Bankwatch Network is an international non-governmental organisation (NGO) with member organisations currently from 12 countries across the central and eastern European region. The aim of the network is to monitor the activities of the international financial institutions (IFIs) which operate in the region, and to propose constructive alternatives to their policies and projects in the region."