Mostrar mensagens com a etiqueta gestão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta gestão. Mostrar todas as mensagens

26.1.10

Frase


"Invista num negócio que possa ser gerido por qualquer idiota porque, mais tarde ou mais cedo, vai ser gerido por um idiota qualquer."

Peter Lynch - Gestor de activos, autor de "One Up on Wall Street"

24.12.08

Crise mundial

Crise mundial: as exportações
do Japão cairam 26,7% em relação ao ano anterior

Já não há dúvidas de que as ondas de choque da crise mundial se farão sentir por bastante tempo. De momento são visíveis três crises dentro da crise: a do sistema financeiro, a dos mercados mundiais e a orçamental.


A Reuters noticia o seu impacto nas exportações japonesas. Estas cairam 26,7% em relação ao mês homólogo, devido à valorização do yen e à diminuição da procura de produtos electrónicos, automóveis e outros bens nos mercados asiáticos, incluindo a China.

11.12.08

Prestem atenção

Prestem atenção
João Pinto e Castro

Neste gráfico, encontrado aqui, cada rectângulo representa um ano do período compreendido entre 1825 e a actualidade, e cada coluna representa uma taxa de variação do índice Standard & Poor's. À direita, estão os anos em que o valor das acções mais subiu; à esquerda, aqueles em que mais desceu.

Sim, é verdade, 2008 está ali à pontinha do lado esquerdo, o que significa que se situou ao pior nível dos últimos 183 anos.

As conversas que escuto à minha volta levam-me a crer que a esmagadora maioria das pessoas ainda não percebeu bem a situação em que estamos metidos. Só assim se compreende o espaço que continuamos a conceder a inanidades sem significado.

26.9.08

Conceito de revista em embalagens chega a Portugal


Um novo conceito de revista fixada no rótulo de embalagens de produtos está a ser lançado no mercado brasileiro pelo empresário português António Peres.

Accionista no Brasil da multinacional On Product Publishing International (OPP), com presença em 75 países, o empresário salientou que o novo conceito vai «revolucionar a indústria da comunicação».

«Trata-se do futuro da indústria de edições, uma nova era para as publicações que podem ser transportadas para os rótulos dos produtos», disse Peres à agência Lusa.

A revista na embalagem já está a ser comercializada em quatro países, nomeadamente Alemanha, Austrália, Dinamarca e Suíça, por representantes locais da OPP.

Em Portugal, o novo conceito deverá começar em breve, uma vez que todas as licenças para a comercialização já foram atribuídas, informou António Peres.

O novo meio de comunicação reproduz o conteúdo de publicações já existentes no mercado, com uma tecnologia de impressão especialmente desenvolvida para permitir a reprodução num formato menor, com oito a 32 páginas.
Revistas já conhecidas no mercado podem ser adaptadas e distribuídas nos rótulos das embalagens, como garrafas de plástico, vidro, caixas de papelão e de alumínio.

«Isso permite alargar muito a tiragem das revistas e ao mesmo tempo aumenta em até 40 por cento as vendas dos produtos, nos países onde já a tecnologia já foi lançada», afirmou.

O empresário realçou que, apesar do tamanho reduzido, a forma de leitura é semelhante ao formato padrão das revistas, resultado de uma tecnologia de impressão utilizada pela indústria gráfica.

No Brasil, as licenças para distribuição das revistas em embalagens já estão a ser negociadas com editoras e com as fabricantes de produtos, salientou Peres.

25.9.08

Maintaining the innovation momentum


It happened a few months ago, when I was meeting with some top people from one of the world’s leading consumer goods manufacturers. This is a company where you’d expect innovation to have been honed down to a fine art, because I can think of a slew of successful innovations it has launched over the course of its long, proud history. But these executives candidly admitted they had a problem. Three years ago they had started an initiative to solicit ideas from right across their organization. It started well enough in the first year, slowed down significantly in the second, and was almost at a complete standstill by the third. Like the parents of a delinquent child, they asked “Where did we go wrong?”, and it didn’t take me long to find the answer.

Check out Rowan Gibson’s latest interview on Idea Connection:
The DNA of Innovation, Part I
The DNA of Innovation, Part II
Rowan Gibson is a global business strategist, a bestselling author and an expert on radical innovation (www.rowangibson.com). His last book, Rethinking the Future, has been translated into over 20 languages. Rowan’s new book Innovation to the core (co-authored with Peter Skarzynski) was published in March 2008 by Harvard Business School Press.

16.7.08

Onde Portugal pode "parasitar"

Onde Portugal pode "parasitar"para crescer até 2020

Apenas 12 países garantirão um crescimento sustentado acima dos 3% em média por ano nos próximos 15 anos, segundo os cenários "Centros de Crescimento Global até 2020" gerados pela Deutsche Bank Research. Portugal não está mal de todo na fotografia, entrando, à tangente, no grupo "intermédio" da OCDE com uma taxa entre 2 e 3%. Mas poderá somar algumas décimas percentuais a mais se souber tirar melhor proveito das tendências em curso e das regiões de maior crescimento.

  • Estratégia de longa distância: As "locomotivas do crescimento" mundial nos emergentes da Ásia (entre 3,3 e 5,5% ao ano)
  • Estratégia de proximidade europeia: Espanha (2,8% ao ano) e França (2,3% ao ano)
  • Estratégia atlântica: América do Norte (EUA, acima de 3% ao ano; e Canadá, 2,4% ao ano) e Países-chave da América Latina de língua castelhana (México, Argentina e Chile, acima de 3% ao ano) e portuguesa (Brasil, 2,8% ao ano)
Referência de leituraGlobal Growth Centres 2020 - Formel-G for 34 economiesDeutsche Bank ResearchPedidos na web em www.dbresearch.com

TENDÊNCIAS ATÉ 2020

  • Sociedade: urbanização; imigração; mulheres na população activa; envelhecimento; sector dos cuidados de saúde
  • Sociedade do Conhecimento: serviços intensivos em crescimento; virtualização das organizações e dos processos; biotecnologia como locomotiva do novo ciclo longo de Kondratieff; nanotecnologia como área de inovação
  • Globalização: Desregulação dos mercados; afirmação das empresas e grupos transnacionais de todas as dimensões; maior influência das instituições globais; intensificação das integrações regionais
  • Desglobalização: tensões sociais diversas; terrorismo internacional; escassez de recursos energéticos, com particular destaque para o petróleo

4.7.08

Um novo tipo de Banco

Banca Cívica, direitos dos clientes, inovação social, novo conceito de agências… são tudo termos que podemos encontrar numa visita ao site do banco espanhol “Caja Navarra” (http://www.cajanavarra.es/es/). Este novo conceito de banca atribui ao cliente novos papeis, por exemplo, um cliente da CAN tem um papel activo na escolha dos projectos sociais a apoiar. Há também um novo conceito de transparência, onde é apresentado ao cliente o fim dado aos ganhos que este proporcionou ao banco. As agências passam a ser locais com nome próprio “Canchas” (em espanhol, dar “cancha” é dar espaço, apoio ou visibilidade; cancha é também um sinónimo de campo: “cancha de futbol”), estes espaços permitem aceder à Internet, ler ou até tomar um café. O banco tem ainda uma relação muito próxima com os empreendedores, oferecendo consultoria e formação. Além disto, o segmento de Negócios beneficia também de vários certames organizados pela CAN de forma a promover novas relações comerciais.

Será este o tipo de banco do futuro? Para alguns é já o banco do presente!

19.6.08

IBM - "A Empresa do Futuro"

A Empresa do Futuro

Como será a Empresa do Futuro? Como será seu negócio daqui a 5 anos, 10 anos? Apesar de não termos uma bola de cristal para obter todas essas respostas, o Estudo Global de CEO da IBM ajudará a esclarecer o que o futuro nos trará.
Através de entrevistas com mais de 1.000 líderes de empresas e do setor público em todo o mundo, o Estudo Global de CEO da IBM fornecerá novas e atrativas perspectivas sobre temas estratégicos como a integração global, novos grupos de clientes e inovação do modelo de negócio - temas enfrentados por organizações de todos os tamanhos.
Somente as organizações que compreendem e se preparam para enfrentar as novas realidades do mercado integrado terão a possibilidade de colher todo seu potencial.


Veja o Estudo Global de CEO 2008:"A Empresa do Futuro" Clique aqui

27.5.08

O problema dos pobres...

O problema dos pobres
é falta de dinheiro, não falta de combustível

Escreve o economista Robert Frank, criticando a proposta de McCain e Hillary de uma redução temporária do imposto sobre os combustíveis como forma de aliviar as dificuldades do povo americano:

Of course, when millions of voters feel the pinch of rapidly rising prices, politicians find it hard to stand idly by. But as the late economist Abba Lerner once remarked, the main problem confronting the poor is that they have too little money. The best solution is not to reduce the prices they pay, but rather to bolster their incomes — for example, by selectively reducing the
payroll tax for low-income workers or increasing the Earned Income Tax Credit.

Traduzindo para português: em vez de subsidiar, genérica ou selectivamente, o preço dos combustíveis, o nosso governo deveria antes, caso para tal tenha condições, baixar os impostos socialmente mais injustos.

6.5.08

INOVAÇÃO SOCIAL

Congresso Internaional de Inovação Social - 29 e 30 de Maio

Vários sinais de uma tendência de gestão e, quem sabe, se uma boa oportunidade para a COTEC Portugal deixar a sua marca de modo ainda mais significativo... Porque não?

"Good to Great and Social Sectors"
Livro que anda a ser muito lido. Amazon.com Sales Rank: #321 in Books

Livro que Zapatero recomendou aos seus Ministros
"Como mudar o mundo" - Síntese

O eterno Peter Drucker, continua a apoiar

Inovar no Sistema Prisional ... Português!!!
- Sim, está correcto. É em Portugal. Alguns projectos: "Um dia na Prisão"; "Empreendedorismo para a Reinserção Social de Reclusos/as"; "O meu guia para a liberdade"; "Scorecard Prisional"...
- Será que faria sentido a COTEC olhar para estes casos? Não será a coesão social um factor de competitividade? Não seria uma forma de se reafirmar um modelo europeu de competitividade e de boa gestão de projectos sociais?

Artigo de opinião1 - João Menezes, Gestor na ONG TESE
Artigo de opinião2 - João Menezes, Gestor na ONG TESE