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2.3.08

Chips em cigarros contra as falsificações

Cigarros britânicos terão chips para combater falsificações
Quinta, 22 de março de 2007, 14h37 Atualizada às 15h05

Cada pacote de cigarros fabricado na Grã-Bretanha trará um chip eletrônico, o que permitirá aos alfandegários e outros agentes distingui-los dos falsificados.

Saiba mais:
http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1501096-EI4799,00.html

Cigarro sem fumo

Cigarro sem fumaça

A NicStic – empresa suíça – pretende torna-se a mais nova aliada dos tabagistas ao comercializar, em fase ainda exprerimental, um cigarro que não produz fumaça nem odor. Trata-se de um produto que leva o mesmo nome da empresa e é acionado por um dispositivo eletrônico que libera a nicotina e alguns aditivos químicos com sabores variados. O aparelho possui um mecanismo de funcionamento, ativado por bateria, que aquece o ar e o mistura com os agentes, permitindo uma “degustação” de três minutos.Embora o produto seja considerado menos nocivo que o cigarro convencional – uma vez que o fumante não inala substâncias como o alcatrão – e permita a presença de fumantes em qualquer local, os estudos divulgados não revelam os males causados por esses aditivos químicos que fornecem sabor – chamados pelo fabricante de flavoring agents.O que pode parecer uma solução para os viciados em cigarro, livrando-os de alguns compostos pré-cancerígenos, pode mascarar complicações semelhantes causadas por esses novos compostos químicos de efeitos pouco conhecidos. Esse, inclusive, tem sido o principal argumento de representantes do Ispa (Instituto Suíço de Prevenção ao Alcoolismo e Dependentes) para barrar a comercialização do NicStic.

Fonte: http://biotecnovas.blogspot.com/2007/03/fumantes-eletrnicos.html
Estudo coordenado por portuguesa pode acabar com o tabagismo
publicado em 2008-02-29 10:22:05

A neurocientista portuguesa Ana Damásio coordenou um estudo realizado por uma equipa de cientistas norte-americanos que identificou a zona do cérebro responsável pela dependência da nicotina.
Uma equipa de neurocientistas da Universidade do Sul da Califórnia, coordenada pela portuguesa radicada nos EUA há vários anos Ana Damásio, descobriu que o vício do tabaco está relacionado com uma zona específica do cérebro denominada ínsula.Os investigadores chegaram a esta conclusão após analisarem 69 antigos fumadores que deixaram de sentir necessidade de fumar após terem sofrido lesões na ínsula.A pesquisa foi despoletada pelo caso de um homem de 38 anos que fumava dois maços por dia, que perdeu a vontade de fumar após ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que lhe danificou aquela região cerebral.A ínsula é um zona saliente do cérebro, do tamanho de uma moeda, que recebe informações de outras partes do corpo, e acredita-se que esteja ligada a sensações como a fome e a dor, e à necessidade de fumar ou consumir drogas.Apesar de não estar previsto para breve nenhum fármaco anti-tabágico que aja directamente sobre a ínsula, esta descoberta pode contribuir para combater a dependência da nicotina futuramente.

Fonte: http://www.mundopt.com/n-estudo-coordenado-por-portuguesa-pode-acabar-com-o-tabagismo-11995.html